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A comemoração do Dia Mundial de Luta contra a SIDA é uma importante oportunidade para o reconhecimento do papel essencial que as comunidades desempenharam e continuam a desempenhar na resposta ao HIV e SIDA nos níveis internacional, nacional e local.

Este ano, segundo a Organização das Nações Unidas Contra a SIDA (UNAIDS,) as comemorações do 1° de dezembro, estarão centradas a volta do papel da comunidade na resposta à epidemia.

As comunidades contribuem para a resposta ao HIV e SIDA de muitas maneiras diferentes. Sua liderança e advocacia garantem que a resposta permaneça relevante e fundamentada, mantendo as pessoas no centro e ninguém para trás.

O Dia Mundial de Luta contra a SIDA oferece uma plataforma importante para destacar o papel das comunidades no momento em que um financiamento reduzido e um espaço cada vez menor para a sociedade civil estão colocando em risco a sustentabilidade dos serviços e os esforços de advocacia.

A UNAIDS diz ser urgente uma maior mobilização das comunidades para enfrentar as barreiras que impedem as comunidades de prestar serviços, incluindo restrições ao registro e ausência de modalidades de contratação social. O forte papel de advocacia desempenhado pelas comunidades é necessário mais do que nunca para garantir que a epidemia permaneça na agenda política, que os direitos humanos sejam respeitados e que os tomadores de decisão e implementadores sejam responsabilizados.

O Conselho Nacional de Combate ao SIDA recomenda a todos os parceiros da resposta nacional, sectores público, privado e sociedade civil para dinamizarem, entre outras, as seguintes actividades:

  • Aumentar conhecimentos: Sessões de consciencialização sobre o HIV nas escolas, e locais de trabalho, e de grande aglomeração; debates nos órgãos de comunicação social, produção e distribuição de materiais de informação, educação e comunicação;
  • Influenciar a mudança social e de comportamento: Depoimentos de histórias de vida de pessoas que adoptaram novas atitudes que influenciaram na prevenção da infecção pelo HIV (experiências de casais discordantes, pacientes em tratamento antirretroviral, entre outros);
  • Promover a adopção de métodos de prevenção: Palestras sobre sexualidade, saúde sexual e reprodutiva nas escolas e mercados; feiras de saúde e torneios desportivos com actividades paralelas de promoção do uso correcto e consistente do preservativo, criação de demanda para aconselhamento e testagem em saúde e circuncisão masculina;
  • Promover a retenção nos cuidados e tratamento: Visitas às unidades sanitárias; intervenções no âmbito da prevenção da transmissão vertical do HIV e sífilis (depoimentos de mães mentoras), sessões de mobilização comunitária com a participação de grupos de apoio e adesão comunitária (GAAC); e informação sobre a importância do tratamento para o bem-estar das pessoas vivendo com HIV.
  • Fortalecer acções dos Direitos Humanos: Divulgação dos direitos e deveres das PVHIV, populações vulneráveis e populações chave; visitas domiciliárias, disseminação de mensagens de solidariedade através das lideranças religiosas comunitárias, políticas, culturais e outras.

Refira-se que o dia Mundial de Luta contra a SIDA foi instituída pelas Nações Unidas em 1988 e é assumida como uma oportunidade de advocacia para reforçar a solidariedade, tolerância, compaixão e a compreensão para com as pessoas vivendo com HIV e SIDA.

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